O termo “empoderamento” inundou o vocabulário contemporâneo, estampando de camisetas a campanhas publicitárias. No entanto, para quem atua no ecossistema jurídico, essa palavra carrega um peso que vai muito além da estética ou da autoajuda. O verdadeiro empoderamento feminino é, em sua gênese, um exercício de cidadania e o reconhecimento de prerrogativas legais que, por séculos, foram negadas às mulheres.
Como advogada, acompanho diariamente mulheres que chegam ao escritório com o peso do silêncio. Muitas vezes, a violência que sofrem não deixa marcas roxas, mas corrói a autonomia financeira, a saúde mental e o direito de escolha. O despertar começa no momento em que a informação substitui o medo. Quando uma mulher compreende que o controle sobre seu patrimônio é um direito, que o “não” em qualquer esfera é absoluto e que a Lei Maria da Penha é um escudo m
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